Entrevista com Eduardo Pinheiro

Você foi um dos pioneiros no acesso da internet aqui no Rio Grande do Sul. Desde quando você acessa a internet?

Foto de um encontro da Masternet em 1996.

Você parece ter sido bastante influente nos primórdios da internet…

O que era o canal #Iluminatti?

E o Pacto Gnóstico NOX?

Segundo site na internet, 1996.

Como você concebeu seu livro “Ciberxamanismo”? Como ele é estruturado? Qual foi a sua influência?

Autor de “Memórias” e amigos.

Como se deu a confecção do texto “Vendendo Psicodélico por Lebre”, e qual a repercussão que ele teve e tem até hoje?

Esta foto não foi tirada sob efeito de dORgas.

Qual foi a influência dos estados alterados na tua vida, e o que te salvou desse estado delusório? Como você superou essa ideia?

Desenho por Fernanda Alvarenga.

Você acha que teria chegado ao budismo se não tivesse passado pelas experiências que passou?

Esta foto também não foi tirada sob efeito de dORgas.

Qual a influência que essa etapa contribui atualmente no teu pensamento?

Livros publicados.

Quantos livros você escreveu e qual a temática deles?

Leitores de Fritjof Capra.

Seu primeiro contato com a filosofia oriental foi pelo “O Tao da Física” (Fritjof Capra)?

Pinheiro recebe o katag de Chagdud Rinpoche.

Todos sabemos que você é um budista emérito. Quando você pela primeira vez ouviu falar de Buda?

Druptchen de Vajrakilaya, 1999.

Qual foi sua primeira impressão de Buda? E do budismo em geral?

Chagdud Tulku Rinpoche, 2001.

Você estava no Templo de Três Coroas no retiro de p’howa quando Chagdud Tulku Rinpoche morreu, em novembro de 2002. O que aconteceu naquele dia, como você se sentiu, como foi tal experiência — quais os méritos que você encontra nela?

Foto com Dzongsar Khyentse Rinpoche em 2001.

Você se considera um bom budista?

Pinheiro no pátio do Khadro Ling.

No darma existe o conceito do praticante que esconde as próprias capacidades, que age como um agente secreto. Você é um praticante secreto?

Foto de Mauriã Sabbado, fotógrafo que, segundo Pinheiro, é mesmo um exemplo de praticante low profile.

Por que o low profile é indicado para qualquer praticante?

Na lista de livros que te marcaram , você encerra falando de dois livros de budismo que seria “ótimos remédios amargos”… Como é lidar com esse tipo de literatura? Como você se sente lidando com eles?

Paramentado para o trabalho como porteiro do templo.

Como foi a experiência de morar em Centros do Darma? Você pretende morar mais uma vez em algum desses centros?

Recebendo bênçãos de Chagdud Rinpoche no Druptchen da Essência do Siddhi, 2001.

Fora o pensamento budista, você parece marcado por uma série de outros assuntos: música, filosofia, linguística, ciência da computação… Você é influenciado por alguns outros pensadores que não são budistas?

Na UFRGS.

Em 2003 você foi estudar Física na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas não prosseguiu no curso, por quê? E por que você decidiu cursar filosofia? Como foi essa experiência?

Por que você decidiu não seguir a carreira acadêmica, fazer mestrado e depois doutorado?

Com o Lha Kang do Khadro Ling em Três Coroas ao fundo.

O que você acha da relação entre budismo e helenismo, o budismo helenista, ou greco-budismo?

Um dia você me falou da diferença que via entre o enfoque da filosofia, daquela mente discordiana e paranoica do Ciberxamanismo, e a do budismo. Qual seria mesmo essa diferença?

Você escreveu sobre as distorções do budismo pela modernidade, fale um pouco da repercussão desses textos.

Como você mesmo evitou essas armadilhas?

Livros importantes… sobre gatos.

Você teve uma formação literária muito interessante, desde os primórdios de sua formação se interessou por clássicos da ficção científica, como “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. Alguém o influenciou nesse gosto?

Com cinco anos de idade.

Você foi alguma espécie de prodígio?

Quais foram os títulos mais importantes da sua infância e adolescência?

O que te atrai(u) na ficção científica?

No leste europeu, Pelotas/RS.

Tenho esse gosto pelas epifanias da ficção científica. Sei que concordas comigo que “Brazil” é uma obra genial, mas eu também gosto de, por exemplo, “Cloud Atlas”, que vi e degluti do começo ao fim recentemente. Gostei do aspecto sci-fi deste filme.

Qual foi o primeiro título em inglês que você leu?

Contracenando com o Billy Bob, na época que curtia FC.

Você ainda tem esses livros?

E sua relação com a música? Você tem uma produção mais pra perto do ano 2000, e uma mais pra agora, 2013… Qual a diferença da produção? Quais suas influências?

Mesa do Pinheiro: tambor de chod, katag, violão bem sujo, serkhyen, guitarra wabi sabi, controle remoto do Kodi, Logic Pro no hackintosh, teclado bluetooth do hackintosh, teclado físico do hackintosh, UMX 490, muitos benjamins, Street Zen, mouse do hackintosh, modem da GVT, PC, contador de mantras, interface de guitarra, óculos da Zenniopticals, 2gb de ram, amplificador, xícara chinesa, xícara de gato…

Acho que você sabe cantar bem, e gosto da tua voz porque gosto da tua pronúncia do inglês. Acho legais tuas versões de “The Crystal Ship” (The Doors) e “Don’t Let it Bring you Down” (Neil Young).

E sua experiência como tradutor de professores do darma, como você se prepara para traduzir um professor do darma? Como é na hora? Normalmente vemos que é muito rápida a tradução, você escreve em um caderno na hora, como é?

Quais professores do darma você já traduziu?

E sua experiência como tradutor de literatura, como tem sido, e se tem te ajudado a se tornar um melhor escritor?

Gravando para o Canal Tendrel, no Youtube.

Você se considera um melhor escritor agora, tendo sido remunerado para escrever quase 250 artigos?

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Escultor e espiritualista baseado em Joinville

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William Mango

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